O DNA pode ser extraído de qualquer tecido (bulbo capilar, sangue, pele, músculo, sêmen, etc.). Preferencialmente utilizamos amostras de pêlos, sangue ou sêmen.

COLETA, TRANSPORTE E IDENTIFICAÇÃO DAS AMOSTRAS

Sangue

A amostra de sangue deve ser coletada em tubo com anticoagulante (de preferência citrato de sódio). Se necessário o laboratório pode fornecer o material.

  1. IDENTIFICAR o tubo com o nome ou número de registro do animal amostrado.
  2. MANTER em geladeira sem congelar até ser enviado ao laboratório. Não pode ser congelado. O intervalo entre a coleta e o envio não deve ultrapassar 5 dias.
  3. PREENCHER o formulário de identificação, que pode ser obtido neste site, com todos os dados solicitados do proprietário e dos animais amostrados. Esse formulário tem que ser assinado pelo veterinário, zootecnista ou agrônomo responsável e conter o número de inscrição no conselho de classe. Enviar o formulário preenchido junto com as amostras.
  4. ENVIAR as amostras de sangue em caixa de isopor com gelo reciclável. Tomar o cuidado de preencher os espaços vazios da caixa com papel amassado para que os tubos não se quebrem durante o transporte.
    Recomendamos o envio das amostras por SEDEX.

Pêlo

  1. ARRANCAR cerca de 20 fios da vassoura da cauda de bovinos ou, para equinos, da crina ou cauda. Os pêlos devem estar isentos de produtos químicos como inseticidas ou óleo e também não devem conter ectoparasitas. Recomendamos coletar da parte interna da cauda (menos exposta à sujeiras), com o auxílio de um alicate.
  2. IDENTIFICAR um envelope de papel com o nome e/ou número de registro do animal amostrado.
  3. COLOCAR os fios arrancados diretamente no envelope correspondente, para que não tenham contato com nenhuma substância contaminante e fechá-lo, tendo cuidado de não molhar os pêlos.
  4. PREENCHER o formulário de identificação, que pode ser obtido neste site, com todos os dados solicitados do proprietário e dos animais amostrados. Esse formulário tem que ser assinado pelo veterinário, zootecnista ou agrônomo responsável e conter o número de inscrição no conselho de classe.
  5. MANTER os envelopes contendo as amostras em local seco.
  6. COLOCAR os envelopes com as amostras e o formulário em outro envelope e ENVIAR à Gene/Genealógica pelo correio

Sêmen

  1. COLOCAR as palhetas em saco ou tubo plástico, para evitar um possível vazamento da amostra descongelada. Acondicionar e identificar, mesmo se a palheta estiver completa e identificada na origem.
  2. ENVIAR as amostras e o formulário em um envelope ou caixa por SEDEX à Gene/Genealógica. Não é necessária refrigeração durante o transporte.

Outros tecidos

Em caso de necessidade de teste a partir de outros tecidos, solicitamos entrar em contato com o laboratório por telefone.